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Folha de S. Paulo produz Fake News contra jornalista independente Elisa Robson

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12 março, 2019 Por Patrick Ignaszevski

Na ultima segunda-feira (11) , a Folha de São Paulo divulgou uma matéria acusando a jornalista independente, Elisangela Machado dos Santos de Freitas em ter repassado de forma irregular verba campanha eleitoral para o marido. 

Elisa Robson é Deputada Federal eleita Suplente pelo PRP-DF e atualmente ocupa a função de assessoria de comunicação de Flávio Bolsonaro no Senado. Antes de assumir a função, ela foi convidada para assessoria de comunicação da Presidência e da Vice Presidência da República.

O ataque a jornalista Elisa Robson simplismente mostra a ineficiência do jornalismo brasileiro e a tentativa de iludir e enganar o eleitor além de tentar derrubar o governo de Jair Bolsonaro. 

Em suas redes sociais Elisa explicou o caso. 

Confira a nota;

A Folha de S. Paulo procurou meu marido dia 8 de março para saber sobre como ele participou da minha campanha para deputada federal no DF. Explico: meu esposo gerenciou todo o trabalho que foi feito de comunicação nas redes sociais.

Ele administrou as informações, os posts patrocinados, a produção de pequenos vídeos e os poucos recursos financeiros que precisaram ser gerenciados (com gasto total de R$ 25 mil. Inclusive, nossa família de 5 pessoas está sem carro até o hoje porque decidimos dar prioridade financeira para a minha campanha na época).

E, graças ao seu trabalho feito com esmero, clareza e responsabilidade encerrei as eleições (mesmo sem nenhuma experiência em corrida eleitoral) com zero de dívida de campanha e sem dever nada a ninguém. Todas estas informações estão abertas e disponíveis no TSE para qualquer cidadão interessado. Portanto, qualquer tentativa de manipulação das informações prestadas será imediatamente desmascarada e respondida em público.

Lendo com calma e frieza a matéria abominável de ataque e jogo de palavras costumeiros que a Folha de S. Paulo publicou contra mim, percebi que o jornalista Daniel Carvalho trouxe um “dado novo”, que eu não tinha abordado na minha nota anterior, postada aqui (e que será reproduzida no final deste post).

Ele fala que sobre o fato de eu ter doado o valor “extraordinário” de R$ 1.520 (mil quinhentos e vinte reais) ao colega que fez campanha comigo, o candidato a deputado estadual Sargento Edmilson Serafim (já que fizemos duas carreatas juntos na cidade do entorno do DF, Águas Lindas (GO), e, OBVIAMENTE, dividimos os custos, por isso os R$ 1.520.)

Mas Daniel Carvalho traz ainda uma declaração da Procuradoria Regional Eleitoral do DF que fez a seguinte alegação para justificar uma possível desaprovação das minhas contas: que essa doação resultou em grave infringência às regras eleitorais sobretudo por causa do “elevado sentido da instituição da cota feminina no ambiente político-eleitoral brasileiro”. Ou seja, está apontando para o fato de que eu, por ser MULHER, e ter sido jogada contra a minha vontade na infame “cota para mulheres”, errei grandiosamente por ter feito uma parceria de trabalho com um colega HOMEM.

Que se fosse “A” Sargento Serafim no lugar de “O” Sargento Serafim, eu estava salva! Não haveria problemas neste trabalho em conjunto, ora.

Sabemos da influência nefasta do feminismo em diversas áreas e de como tem prejudicado as mulheres. Mas, agora, vejo que essa ideologia foi estendida ao meio político-jurídico e, da mesma forma ou pior, caminha para esmagar a participação feminina em um cenário em que deveria haver a promoção da COOPERAÇÃO entre os sexos.

Quando a Procuradoria mostra ao jornaleco que está falando de “gênero” na política, e por isso eu serei prejudicada, está revelando não somente que a instituição já está cooptada por esta desprezível ideologia como sequer consegue perceber o seu uso para apequenar a participação feminina neste jogo.

Homens e mulheres não devem ser inimigos. Não devem ser separados. Não devem ser igualados. Mas devem ser estimulados à cooperarem, cada um com suas saudáveis diferenças, para construirmos um mundo realmente mais justo.

Ao contrário do feminismo, eu afirmo: mulheres e homens não devem ser incitados à competição, mas encorajados à CONEXÃO.

Desencorajar o trabalho colaborativo entre homens e mulheres é pregar mais uma divisão em nossa sociedade tão carente de gente que possa somar.

Por isso, a partir de hoje, assim como a bandeira da ONU lembrada pela matéria, o combate a este feminismo doentio será também minha pauta de guerra.

(Abaixo a reprodução do post anterior, a respeito do apoio do meu marido na minha campanha.)

A Folha de S. Paulo procurou meu marido,hoje (8 de março), para saber sobre como ele participou da minha campanha para deputada federal no DF. Explico: meu esposo gerenciou todo o trabalho que foi feito de comunicação nas redes sociais.

Ele administrou as informações, os posts patrocinados, a produção de pequenos vídeos e os poucos recursos financeiros que precisaram ser gerenciados (com gasto total de R$ 25 mil. Inclusive, nossa família de 5 pessoas está sem carro até o hoje porque decidimos dar prioridade financeira para a minha campanha na época).

E, graças ao seu trabalho feito com esmero, clareza e responsabilidade encerrei as eleições (mesmo sem nenhuma experiência em corrida eleitoral) com zero de dívida de campanha e sem dever nada a ninguém. Todas estas informações estão abertas e disponíveis no TSE para qualquer cidadão interessado. Portanto, qualquer tentativa de manipulação das informações prestadas será imediatamente desmascarada e respondida em público.

Escrito por

Patrick Ignaszevski


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